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Advocacia empresarial e reestruturação

Reestruturar uma empresa é uma decisão de negócio. O direito é o instrumento.

Recuperação judicial e extrajudicial, Special Situations, direito societário, direito empresarial e M&A. O escritório atua onde a escolha jurídica muda o caixa, o controle e a continuidade da atividade, e não onde ela apenas produz uma peça a mais no processo.

Conversa reservada e submetida ao sigilo profissional do artigo 34, VII, do Estatuto da Advocacia.

Diagnóstico

Antes da tese, o número

Caixa, dívida e garantias na mesa antes de qualquer petição

24h

Retorno à primeira consulta

Dias úteis, com um advogado do escritório

6

Frentes na mesma mesa

Reestruturação, societário, empresarial e M&A sem repassar o caso

0

Promessa de resultado

Vedação do Provimento 205/2021 do CFOAB, e também um método

Ganhar tempo é a primeira tese

Empresa em dificuldade decide sob relógio: vencimento antecipado, penhora on-line, fornecedor que corta o crédito, banco que executa a garantia. Quase toda decisão ruim nasce da falta de prazo para pensar, não da falta de argumento.

  • Blindagem imediata

    Tutela de urgência, suspensão de atos de constrição e stay period quando cabível. Primeiro estanca a sangria, depois discute o mérito.

  • Mapa de credores antes do plano

    Classificação, garantias reais, quem tem poder de veto e quem só faz barulho. Um plano desenhado sem esse mapa nasce para ser rejeitado.

  • A via certa, não a mais barulhenta

    Nem toda crise pede recuperação judicial. Extrajudicial, acordo direto, venda de unidade produtiva isolada ou reorganização societária resolvem casos em que o processo só encareceria a conta.

Ver áreas de atuação

Crédito ilíquido também é uma posição a defender

Do outro lado da mesa está quem tem crédito para receber, garantia para executar ou um ativo bom preso dentro de uma empresa ruim. São teses diferentes, com prazos e riscos próprios.

  • Habilitação e disputa de classe

    Impugnação de crédito, discussão de classificação e de valor, e defesa da posição na assembleia geral de credores.

  • Garantia e execução

    Excussão de garantia real, alienação fiduciária, aval e as hipóteses de crédito extraconcursal, com atenção ao que sobrevive ao plano.

  • Aquisição de ativo em crise

    Compra de UPI e de ativo em processo de reestruturação, com a estrutura desenhada para afastar sucessão de passivo, nos termos do artigo 60 da Lei 11.101/2005.

Falar com o escritório

Seis frentes que quase sempre chegam juntas

Crise empresarial raramente é só um problema. Vem com dívida bancária, conflito entre sócios, contrato desequilibrado e, com frequência, com a possibilidade de vender parte do negócio.

  • Recuperação judicial

    Condução do processo do pedido à homologação e ao cumprimento do plano: instrução, stay period, verificação de créditos, assembleia geral de credores, plano, e a fiscalização dos dois anos seguintes.

  • Recuperação extrajudicial

    Renegociação organizada da dívida com homologação em juízo, quando há acordo com a maioria qualificada de uma classe. Custa menos, expõe menos e preserva relação comercial.

  • Special Situations

    Situações em que a empresa, o crédito ou o ativo estão fora do curso normal: iminência de default, quebra de covenant, litígio societário travando a operação, ativo bom dentro de estrutura ruim.

  • Direito societário

    A engenharia do controle: quem decide, quem responde e como se sai. Acordo de sócios, reorganização, holding, sucessão e dissolução de sociedade.

  • Direito empresarial e contratos

    O contrato que sustenta a operação no dia bom e é lido em voz alta no dia ruim: garantias, inadimplemento, responsabilidade e a discussão de desconsideração da personalidade jurídica.

  • M&A

    Compra e venda de empresa e de participação, do memorando ao fechamento, com a due diligence conduzida para encontrar o passivo antes de ele virar preço.

Ver áreas de atuação

O processo é o último passo, não o primeiro

A ordem importa. Petição escrita antes de o número estar na mesa compromete a estratégia inteira, porque fixa uma tese que os fatos ainda não sustentam.

  1. 01

    Leitura do caixa

    Antes da tese jurídica, a fotografia financeira: geração de caixa, dívida por credor, garantias dadas, contingências e o que a empresa consegue pagar de fato.

    Quando a contabilidade não sustenta essa leitura, isso vira o primeiro problema a resolver.

  2. 02

    Mapa de credores

    Cada credor por classe, valor, garantia e poder de decisão. É esse mapa que define se existe caminho negocial ou se o processo é inevitável.

  3. 03

    Escolha da via

    Acordo direto, recuperação extrajudicial, recuperação judicial, venda de ativo ou reorganização societária. Comparadas por custo, exposição, prazo e chance de execução.

    As vias se combinam com frequência: extrajudicial com o banco, acordo direto com o fornecedor.

  4. 04

    Instrumento jurídico

    Redação do que vai sustentar a decisão: plano, acordo, contrato, alteração societária ou o pedido em juízo, com o cuidado probatório que a via exige.

  5. 05

    Negociação

    A mesa com bancos, fundos, fornecedores e sócios. É onde o resultado se decide, com o processo servindo de moldura e de prazo.

  6. 06

    Cumprimento

    Acompanhamento até o fim da obrigação: cumprimento do plano, condições precedentes, registro dos atos societários e encerramento.

    Na recuperação judicial, a fiscalização dura dois anos após a homologação.

Sinais que costumam chegar antes da crise formal

Nenhum destes exige que a empresa já esteja inadimplente. Os casos com mais margem de manobra são os que chegam antes do vencimento, não depois da penhora.

  • Dívida bancária concentrada

    Parcela que já compromete a operação, renegociação recusada ou vencimento antecipado anunciado por quebra de covenant.

  • Constrição em curso

    Penhora on-line, bloqueio de recebível, protesto em série ou execução de garantia real em andamento.

  • Pedido de falência

    Requerimento de terceiro, com prazo curto de resposta e depósito elisivo a avaliar.

  • Conflito entre sócios

    Impasse deliberativo, sócio que quer sair, sucessão sem acordo ou controle exercido sem respaldo formal.

  • Venda sob pressão

    Proposta de compra recebida em momento de fragilidade, quando o preço reflete a pressa e não o ativo.

  • Contingência descoberta

    Passivo tributário, trabalhista ou ambiental encontrado numa due diligence, em auditoria ou às vésperas de uma captação.

O que costumam perguntar antes da primeira conversa

Uma conversa reservada antes da próxima decisão

Quanto mais cedo a situação é lida, mais caminhos continuam abertos. Depois da penhora, o que sobra é escolher entre alternativas piores.